Seria possível que a beleza contida nas mais sublimes obras de fantasia pudesse também ser encontrada na vida real, em um mundo que parece estar cada vez mais doente?
Quando penso na grande obra de fantasia de Tolkien, “O Senhor dos Anéis”, uma das mais conhecidas dos últimos tempos, e também na vida de Bergoglio — através das suas ações concretas vividas, que por sua vez também estão descritas em sua autobiografia, “Esperança” — vejo que, para os atentos, a resposta é, inegavelmente, sim.